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06/02/2011 / jadermelilo

Marca de cidades

Criar marcas para as cidades é algo no mínimo empolgante. Além do contato direto com a cultura, identidade regional, história, povo, atributos de projeção, criar esse tipo de marca deve sobretudo ser um ato de muita imersão.

O caso de São Paulo é um interessante modelo implantado. Há uma empresa que administra a marca (SP turis) que permite o controle e desenvolvimento de campanhas promocionais, identidade visual, guias, roteiros especiais, sites, entre outros pontos de contato, sem deixar que a identidade de São Paulo se perca meio a estruturas políticas temporárias. É uma iniciativa que envolve o poder público e privado em uma parceria onde a cidade ganha, através de uma projeção organizada de sua identidade.

Estruturar o marketing de cidades ganha cada vez mais força pelo mundo, veja esta reportagem produzida pela Globo News em que Nova York lança uma campanha para atrair 50 milhões de turistas por ano.

O marketing das cidades veio pra ficar e para dar ainda mais coerência aos que visitam o local, proporcionando uma experiência marcante, coerente, organizada e viva de sua identidade.

06/02/2011 / jadermelilo

Pepsi: Pode Ser?

Quando vi esta campanha, senti o cheiro de quem soube fazer algo divertido e muito interessante. Um exemplo de quem realmente cria para estimular uma atitude no dia-dia do consumidor da marca. É o tipo de campanha que você consegue ler o briefing do cliente. Quem já não foi ao restaurante que não tinha coca-cola e aí você espera a famosa pergunta do atendente: Só tem Pepsi. Pode ser?

De maneira muito inteligente a Pepsi soube extrair a relação que tem com muitos de seus consumidores e criar o seu tema de campanha. Com uma dose de bom humor, a Pepsi e AlmapBBDO bateram um bolão.

Veja o vídeo:

07/03/2009 / jadermelilo

COClândia: Um verdadeiro projeto de experiência no ensino infantil

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Há um ano conheci um dos projetos mais interessantes em termos de experiência na educação que já vi no Brasil. É a COClândia do Sistema de Ensino COC, em Ribeirão Preto. Uma escola para as crianças onde tudo foi pensado no usuário, a começar pela estrutura.

A escola funciona no formato de uma mini cidade, e lá tem banco, capela, correios, minimercado, fórum, fazendinha, sendo que toda essa estrutura, adaptada ao universo lúdico infantil, funciona. Uma das crianças é eleita para fazer a “gestão” pública da COClândia e o jovem prefeito deve cumprir com suas promessas de campanha.

O projeto é uma lição em projeto de experiência e foco no usuário. A ergonomia também é presente na construção das salas e da estrutura da mini cidade. Tudo é da proporção e tamanho de seus alunos. A escola é deles e para eles.

Os resultados desse conceito você confere quando visita a mini cidade. As crianças podem falar para você, isso se o prefeito de 10 anos não te receber por lá.

Visite o site:
www.coclandia.com.br

26/02/2009 / jadermelilo

O conceito de crise segundo Einstein

Achei fantástico e resolvi compartilhar:

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“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. “Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Albert Einstein

21/02/2009 / jadermelilo

Bota pra Fazer: O movimento do Empreendedorismo

Esta campanha é sensacional. Bota pra fazer é a versão brasileira do “movimento global pelo empreendedorismo”, um movimento que fez um trabalho de representação gráfica fantástico. O logotipo do movimento é perfeito. Em uma síntese gráfica foi possível transmitir o conceito do empreendedor que é a peça inicial que faz girar tudo aquilo que está com ele na ação e no efeito. Nosso país precisa é de ações como esta. Parabéns pela iniciativa.

Assista um dos vídeos da campanha:

19/10/2007 / jadermelilo

Harry Potter e a mágica de construir marcas

 

 

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24 horas após o último lançamento, 7 milhões de livros vendidos. Harry Potter é um fenômeno dos cases de construção de marcas globais. A autora, J. K. Rowling, conduz perfeitamente o menino bruxo mais famoso do mundo meio a um excelente trabalho de branding.

Harry Potter tem tudo de uma grande marca: Conta uma boa história, gera conteúdo e experiência, tem forte personalidade, trabalha arquétipos, há os que amem e os que odeiem, gera polêmica, é autêntico em sua identidade.

 

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A estratégia é tão inteligente que até mesmo a escola em que Harry Potter estuda, tem marca: Hogwarts. Recentemente a Apple lançou o Ipod que estampa a identidade visual da escola:

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A Universal Studios já trabalha na criação de um parque temático com lançamento previsto para 2009 do tema. Os aficionados podem esperar em Orlando uma experiência inesquecível com direito a castelos, varinhas mágicas e outros artigos que rodeiam este arquétipo.

 

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Há ainda os que não se deram conta da força do branding em criar e gerenciar marcas de sucesso. Essa mágica, o jovem bruxo sabe muito bem… aprendeu em Hogwarts.

11/10/2007 / jadermelilo

Economia da Experiência

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Está aí uma marca que soube reinventar sua categoria. Inovando na forma e no conteúdo é um ótimo exemplo de marca em tempos de “economia da experiência”. Mas afinal, você já ouviu falar disso?

Economia da experiência é uma mudança defendida por Joseph Pine e James Gilmore que prevê uma nova fase na economia. Se até ontem, ela era orientada aos serviços, hoje, é às experiências.

Quatro são os fatores que tornam uma experiência memorável segundo os precursores do termo:

1 – Educação: As pessoas devem aprender algo novo na experiência que a marca está proporcionando.

2 – Entretenimento: Tornar a sensação agradável, prazerosa.

3 – Estética: O belo nos motiva, nos envolve.

4 – Evasão: A experiência é tão intensa que o consumidor perde a noção do tempo.

O Cirque du Soleil é um ótimo exemplo que faz disso seu negócio. Capaz de misturar ópera, balé e rock em mais de 12 marcas de espetáculos, o circo percorre o mundo vendendo sensações e emoções.

Economia da Experiência. Ainda vamos ouvir falar muito disso…

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Para saber mais, leia o livro: “Experience Economy”, de Joseph Pine e James Gilmore.

05/10/2007 / jadermelilo

Globo Marcas

 

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Sejam as marcas pessoais de seus atores e apresentadores, as marcas de seus programas, a marca corporativa, não há como negar: A Globo sabe construir e explorar as marcas que cria. A capacidade de compreender e levar a sério a importância dessa questão nos negócios leva a Globo a estar onde está.

As marcas saem da TV e viram conteúdos e produtos nas multiplataformas: Globo Esporte vira portal, Fantástico vira revista, Caldeirão do Huck vira jogo de tabuleiro, Malhação vira Skate e pasme: Big Brother Brasil vira faqueiro!

Nunca uma emissora brasileira de TV percebe tanto a importância de criar marcas e gerar crescimento através delas, quanto a Globo. Isso a torna muito mais do que empresa multimídia, mas uma grande indústria de marcas.

Confira: lojaglobomarcas

04/10/2007 / jadermelilo

Conteúdo é a alma do negócio

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Conteúdo é a maior tendência no mercado de comunicação das marcas. Lançar rádios, criar revistas, gerar programas de TV é a nova forma de fazer publicidade que está ganhando, aos poucos, o interesse dos anunciantes.

O movimento do mercado para esse novo formato é cada vez mais forte. As marcas saem dos blocos comerciais para ser o próprio espetáculo. Se antes as pessoas eram interrompidas, hoje, são envolvidas.

Gente de peso já vem se adequando a esta forma de comunicar. O grupo Newcomm, do publicitário Roberto Justus após fusão com a empresa Synapsys, lançou a agência Newcontent, voltada ao universo da comunicação por conteúdo. A Oi, com sua revista própria, na linha de Custom Publishing, aceita assinatura. O consumidor não só fideliza sua relação com a marca, como também paga para isso.

Mais informações nos links das empresas abaixo:
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Vale a pena se informar. A linha Branded Content está apenas começando.

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