Tudo Azul no Conceito

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A azul soube conceituar muito bem sua marca e está encontrando seu espaço. Um anúncio da companhia publicado na Veja, exemplifica muito bem isso.

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O anúncio descreve uma série de características de serviço que manifestam o conceito da marca: maior espaço entre as poltronas enfileiradas de dois-a-dois, uso dos aviões da Embraer, TVs e serviço de bordo diferenciado. O anúncio chega a citar algo assim: “se a maioria dos passageiros deseja sentar na poltrona ou na janela, resolvemos o problema retirando as poltronas do meio”. Isso é conceito. É foco no usuário. Isso é marca criada para os consumidores.

É assim que se faz exatamente a aplicação de um trabalho de conceituação. Pesquisar, descobrir, analisar o que está acontecendo na experiência de uso e conceber um jeito de fazer melhor as coisas para o usuário. É assim que se decola como a Azul, que certamente vai fazer isso daqui pra frente com as aeronaves e nos negócios.

Globo trabalha a pauta empreendedorismo

Veja o vídeo:

COClândia: Um verdadeiro projeto de experiência no ensino infantil

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Há um ano conheci um dos projetos mais interessantes em termos de experiência na educação que já vi no Brasil. É a COClândia do Sistema de Ensino COC, em Ribeirão Preto. Uma escola para as crianças onde tudo foi pensado no usuário, a começar pela estrutura.

A escola funciona no formato de uma mini cidade, e lá tem banco, capela, correios, minimercado, fórum, fazendinha, sendo que toda essa estrutura, adaptada ao universo lúdico infantil, funciona. Uma das crianças é eleita para fazer a “gestão” pública da COClândia e o jovem prefeito deve cumprir com suas promessas de campanha.

O projeto é uma lição em projeto de experiência e foco no usuário. A ergonomia também é presente na construção das salas e da estrutura da mini cidade. Tudo é da proporção e tamanho de seus alunos. A escola é deles e para eles.

Os resultados desse conceito você confere quando visita a mini cidade. As crianças podem falar para você, isso se o prefeito de 10 anos não te receber por lá.

Visite o site:
www.coclandia.com.br

O conceito de crise segundo Einstein

Achei fantástico e resolvi compartilhar:

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“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. “Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Albert Einstein

Bota pra Fazer – O movimento do Empreendedorismo

Esta campanha é sensacional. Bota pra fazer é a versão brasileira do “movimento global pelo empreendedorismo”, um movimento que fez um trabalho de representação gráfica fantástico. O logotipo do movimento é perfeito. Em uma síntese gráfica foi possível transmitir o conceito do empreendedor que é a peça inicial que faz girar tudo aquilo que está com ele na ação e no efeito. Nosso país precisa é de ações como esta. Parabéns pela iniciativa.

Assista os vídeos da campanha:

A crise e a abordagem das marcas

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É impressionante como as marcas de mídia abordam sob diferentes perspectivas quando o assunto é a crise mundial e seus efeitos no nosso mundo tupiniquim. Não que a crise não exista e devemos tentar esconder um problema real, porém, fazer disso um espetáculo do medo fomentando a angústia, a paralisia e o temor como alguns grupos de comunicação, já é demais.

Proponho uma ação. Cada vez que você ouvir falar em crise por aqui dessa maneira catastrófica … mude de canal. Vá olhar outra coisa. Aposto com você que esta maneira irresponsável de falar em crise muda.

Por outro lado, não poderia deixar de falar aqui no BrandsBlog da maneira incrível como a Record aborda a questão com coragem, estímulo e forte apelo ao cidadão brasileiro e sua atitude frente à situação. Parabéns pela iniciativa. São atitudes encorajadoras como esta que a sociedade brasileira precisa para seguir em frente. Ao bispo? Aplausos.

Varig – Uma nova experiência de marca

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Ao folhear a revista Veja desta semana os leitores podem se deparar com um anúncio belíssimo, que logo chama a atenção. Mais do que belo…envolvente. Há muito tempo não temos um trabalho de marca no Brasil tão profundo e tão consistente como o que nosso país acaba de presenciar com a Varig.

A marca faz questão de deixar isso muito claro em todas as suas manifestações: treinou os colaboradores, fez um trabalho incrível de design, identificou as aeronaves, a comunicação da marca ganhou um novo fôlego e ainda utiliza a seu favor o que tanto temos visto aqui no BrandsBlog: A experiência.

A marca se reinventou considerando todos nossos sentidos: Visão, Tato, Audição, Olfato e Paladar. A Varig se reestruturou, fez um novo site, estudou sua identidade, mostrou coerência em todos os pontos de contato e se fez aí um grande trabalho de branding.

O anúncio assina da seguinte forma: “Para que a sua experiência de voar seja mais do que simplesmente uma viagem”.

Brilhante! Que esta estrela brilhe cada vez mais!

Assista ao filme:

Harry Potter e a mágica de construir marcas

 

 

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24 horas após o último lançamento, 7 milhões de livros vendidos. Harry Potter é um fenômeno dos cases de construção de marcas globais. A autora, J. K. Rowling, conduz perfeitamente o menino bruxo mais famoso do mundo meio a um excelente trabalho de branding.

Harry Potter tem tudo de uma grande marca: Conta uma boa história, gera conteúdo e experiência, tem forte personalidade, trabalha arquétipos, há os que amem e os que odeiem, gera polêmica, é autêntico em sua identidade.

 

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A estratégia é tão inteligente que até mesmo a escola em que Harry Potter estuda, tem marca: Hogwarts. Recentemente a Apple lançou o Ipod que estampa a identidade visual da escola:

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A Universal Studios já trabalha na criação de um parque temático com lançamento previsto para 2009 do tema. Os aficionados podem esperar em Orlando uma experiência inesquecível com direito a castelos, varinhas mágicas e outros artigos que rodeiam este arquétipo.

 

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Há ainda os que não se deram conta da força do branding em criar e gerenciar marcas de sucesso. Essa mágica, o jovem bruxo sabe muito bem… aprendeu em Hogwarts.

Economia da Experiência

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Está aí uma marca que soube reinventar sua categoria. Inovando na forma e no conteúdo é um ótimo exemplo de marca em tempos de “economia da experiência”. Mas afinal, você já ouviu falar disso?

Economia da experiência é uma mudança defendida por Joseph Pine e James Gilmore que prevê uma nova fase na economia. Se até ontem, ela era orientada aos serviços, hoje, é às experiências.

Quatro são os fatores que tornam uma experiência memorável segundo os precursores do termo:

1 – Educação: As pessoas devem aprender algo novo na experiência que a marca está proporcionando.

2 – Entretenimento: Tornar a sensação agradável, prazerosa.

3 – Estética: O belo nos motiva, nos envolve.

4 – Evasão: A experiência é tão intensa que o consumidor perde a noção do tempo.

O Cirque du Soleil é um ótimo exemplo que faz disso seu negócio. Capaz de misturar ópera, balé e rock em mais de 12 marcas de espetáculos, o circo percorre o mundo vendendo sensações e emoções.

Economia da Experiência. Ainda vamos ouvir falar muito disso…

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Para saber mais, leia o livro: “Experience Economy”, de Joseph Pine e James Gilmore.

Marcas Globais

 

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Sejam as marcas pessoais de seus atores e apresentadores, as marcas de seus programas, a marca corporativa, não há como negar: A Globo sabe construir e explorar as marcas que cria. A capacidade de compreender e levar a sério a importância dessa questão nos negócios leva a Globo a estar onde está.

As marcas saem da TV e viram conteúdos e produtos nas multiplataformas: Globo Esporte vira portal, Fantástico vira revista, Caldeirão do Huck vira jogo de tabuleiro, Malhação vira Skate e pasme: Big Brother Brasil vira faqueiro!

Nunca uma emissora brasileira de TV percebe tanto a importância de criar marcas e gerar crescimento através delas, quanto a Globo. Isso a torna muito mais do que empresa multimídia, mas uma grande indústria de marcas.

Confira: lojaglobomarcas

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